sexta-feira, 3 de outubro de 2008

SHAKE TOTAL.


gosto de ver minhas palavras
misturadas com o mundo
gosto de toda essa bagunça literária
leio sempre que posso, estudo
experimento o gosto diverso da divulgação
escrevo umas palavras sem verso
uns pensamentos esquisitos
que parto, que inferno
uma insistência sem julgamentos
sem tempo
apenas letras ensinadas
uma derrapagem de idéia pelo meu pensamento








BOM DIA É O CARALHO!


Bom dia. Ouvi isso de um cara hoje de manhã. Porra, de manhã. Difícil saber disso às seis horas da manhã. Ele tava saindo. Eu tava chegando. Vai dar razão pra quem? Acho que as pessoas falam muitas vezes sem pensar. É verdade. É o inconsciente coletivo. Uma dessas teorias que algum teórico sem sexo inventou. Pior que bom dia é quando ouvimos um inconveniente dizer, - nossa, como você engordou, ou – nossa, você tá mais magro. Estamos mudando o tempo todo. Sério. Olha só pra minha barba. Hoje de manhã passei a navalha e olha só como já cresceu. Em menos de um dia eu já mudei. Mudamos a todo instante. Bom dia...bom dia só se for pra ele. Talvez sempre quando me veja na rua pra ele seja bom dia. Vivemos na contra-mão, e ele insiste em achar que é melhor do que eu. Acho que é recalque por ter a certeza de que no fundo todos somos iguais. Mas alguns experimentam de verdade. Bom dia pra vocês também.






HOMENS, SANTOS E DESERTORES


Ei, não se esqueçam que amanhã tem espetáculo, valeu?
O serviço do espetáculo tá num post abaixo.







JÁ ERA, QUER DIZER, SEMPRE SERÁ.




E o cara morreu. Chegou aos 83 anos. Já sabia disso desde o dia em que se foi. Vi um documentário esta semana que falava do clássico Butch Cassidy and the Sundance Kid, quem não viu tá vacilando. Sempre achei que ele daria um ótimo Stanley, de Um Bonde Chamado Desejo, nada contra o Marlon Brando, sei lá, sempre achei isso. Ele não tem um jeitão de Stanley? O cara era foda mesmo. Deve tá pela área, artistas como ele nunca vão, ficam por aí.










NÃO TEM PREÇO QUE PAGUE.

A família nunca aceita as minhas vontades. Acho que todas as famílias são assim. A família nunca aceita as minhas escolhas. Acho que todas as famílias são assim. Chegam ao cúmulo de rejeitarem até a minha sincera felicidade. Como se isso fosse a coisa mais natural da vida. É como ver crianças nas ruas de qualquer cidade grande nojenta do nosso país e não se incomodar com a triste realidade que nós produzimos. Acho que todas as famílias são assim. Foram programadas para reconhecerem profissões clichês. Advogado, médico, contador, são as únicas alternativas pro pobre mortal viver um pouco mais feliz. Conversa. Ser artista? Ser artista é uma incógnita. Até pros artistas. A todo momento o artista é. E não é. O padrão de comparação ou de uma merda de um julgamento qualquer gira sempre em torno de valores financeiros. E o artista, tem. E não tem. Viu como é difícil de argumentar com a família as minhas escolhas pro resto da minha ignóbil vida? Eles não são capazes nem de discutir filosofia. Filosofia de vida, de rua, da esquina, coisa simples que todo ser humano carrega abarrotado dentro si, das suas palavras, de suas idéias. Dos seus suspiros em busca de um abrigo impenetrável. Acho isso egoísmo. Mas sou eu quem acho. Só isso. Quando pedem pra conversar comigo, imagino logo aquele sermão, de cabeça baixa, olhos vidrados no chão. Coisas de infância. E sem concordar com nada que seja dito. Coisas de criança. Coisa de militância. Pura ditadura que castra os meus restos na guerra. Tortura moral enraízada. Frases que entram por um lado e saem pelo outro, cheias de pressão. Opressão. Aí, quer saber? Continuo levando minha vida dividindo os meus pensamentos esquisitos. Porra, cara, isso não tem preço que pague.








quinta-feira, 2 de outubro de 2008

TEATRO NESTE SÁBADO - 04/10 - IMPERDÍVEL!

Foto: FMRezende


HOMENS, SANTOS E DESERTORES
Texto: Mário Bortolotto

Direção: Graziela Camilo
Elenco: Marcelo Perez e Renato Barbosa
Músicas: Gilson Larialp
Desenho de Luz: Renato Barbosa
Operador de luz: Ivan Andrade
Arte Gráfica: FMRezende e Graziela Camilo
Produção: Graziela Camilo e Marcelo Perez

Realização: Cia. do Lavrado

Parceiros: Centro de Cidadania Nós Existimos, Jornal Roraima Hoje, Perín Veículos, LB Construções e FETEARR - Federação de Teatro de Roraima

Local: Centro de Cidadania Nós Existimos (ao lado do Colégio São José, na Orla)

Hora: 20h.
Data: 04/10 - Sábado
Ingressos: R$ 10,00 eE R$ 5,00
indicado para maiores de 14 anos

Não se esqueça de levar 01 kg de alimento não perecível











O QUE FEDE NÃO É A MERDA


sinto cheiro de merda
faço cara feia
porque me ensinaram assim
o que fede não é a merda
e sim de onde ela vem
eu quero falar pra você
o efeito que tudo isso tem
o prazer não exibe os seus cheiros
com o rabo enfiado num buraco fechado
quem nunca cheirou o seu peido?
quem nunca quase gozou sentado num vaso?
o que fede não é a merda
e sim de onde ela vem
eu quero falar pra você
o efeito que tudo isso tem








APENAS LÁGRIMAS


enquanto o pranto me encharcar
enquanto o medo não existir
continuo com os pés cravados
na insistência com as palavras
é tudo ensaio
intenção desgarrada
sem freios, sem censura e pretensão alguma
nada
loucura
apenas lágrimas







REGRESSIVO


aposto
mesmo com as mãos vazias
nervoso
cagueto o oposto que há dentro de mim
me jogo
na frente do trem bala de olhos fechados
doce
delírios à beira do fim








AMANHÃ TEM VENDAVAL OUTRA VEZ


agora o tumulto passou!
o desgaste do tempo nos dentes
descarrilhou minhas sensações
me deixou de cara amarrotada
às portas de um suicídio figurado
fraco pra puxar a corda
exausto pra voltar à praia.







RODRIGO MEBS. CADÊ VOCÊ CARA?

Ei, eu sou rato de blog sim! E daí? Não pensem que se trata de um hábito de pessoa desocupada, que não é. Faço coisa pra caralho. Encontro sempre tempo pra visitar alguns blogs. São sempre uns cinco por dia e na maioria das vezes os mesmos. Deixo pra entrar em pelo menos um blog diferente por dia. Leio tudo. Não descarto nada, biografias, poesias, textos teatrais, fregmentos de cenas, micro-narrativas (é separado?), desabafos, enfim, leio uma pá de palavras por dia.
Hoje encontrei uma pérola no blog do meu amigo Edgar Borges, tem aí ao lado o link, Crônicas da Fronteira, um texto de primeira do poeta Rodrigo Mebs. O Rodrigo é uma cara foda, escreve pra porra.
Ei, Rodrigo, não fique chateado por eu publicar aqui, falou?

Pouco me lixando



meu verso é lixo


e recolho pelo chão da sala


pelo piso da cozinha, atrás dos móveis


por debaixo dos tapetes


em meio a restos de tão pouco


montanhas e mais montanhas de ainda menos


nas prateleiras não há nada, leve o quanto quiser.


minha rua é um deserto


a vizinhança é o meu peito aberto


cravado de balas e migalhas de biscoito


estou sempre convidado a beber meu chá das oito


que às cinco é outra droga, algum esterco tipo oriental


e das seis às sete pratico yôga e me perco no quintal.


eu sou meu próprio eco, meu reflexo no espelho


é quando a deus mais me assemelho


eu sou meu lar


doce e amargo endereço, qualquer lugar


sou eu mesmo a qualquer preço


respiro meu próprio ar


eu sou meus versos, sou todos os meus lados


meus passados passos reciclados


-prazer, me chamam rodrigo!


eu sou tudo que trago comigo


e não descarto por puro romantismo.


sou mesmo isso


sou meu mais nobre e repugnante monte de lixo.




rodrigo mebs (em versão orkut)





SE DERRUBAR, MANÉ, É PÊNALTY!

E pensar que tudo isso começou com uma tremenda brincadeira. Tava de passagem pela minha casa e esbarrei com minha irmã que acabara de ver um anúncio pra uma seleção de atores pra um grupo de teatro, lá no Rio. Sério, em 1990. Fui só de sacanagem. Não me lembro de algum dia ter dito que queria ser artista. O nome do grupo já de cara me dizia que alguma coisa tava errada, Grupo de Teatro Gang da Cidade. Isso mesmo eu tava entrando pra gang. Uma rapaziada muito louca, vindos de diversos bairros do Rio de Janeiro, a maioria morava no subúrbio, todos sem noção. Participei da seleção, que na verdade de seleção não teve porra nenhuma, todos que estavam lá entraram para o grupo. Éramos apenas três pretendentes naquela confusão.

As Aventuras do Capitão Perna-Bamba
foi o espetáculo que eu entrei já em temporada. Um texto infantil muito, mas muito maluco. As crianças se amarravam. E os adultos a achavam doida demais, mas curtiam também. Só pra você ter uma idéia, o ator que fazia o personagem principal e que dava título à peça tinha a perna-bamba de verdade. Entendeu o que eu queria dizer? Maluquice mesmo!

Depois veio a mais que bizarra Brasil, alisando cresce?, uma porrada de quadros recheados de um humor cara-de-pau pra caralho, político ao extremo e nós éramos apenas uns caras que faziam teatro. Só isso. E fazíamos muito bem. Não tinha essa de querer aparecer, o belo e o feio andavam misturados, sem conceitos excludentes, o que importava era o prazer que sentíamos em fazer teatro com os amigos. Acredite, era pura diversão.

Hoje não tá muito diferente. Faço teatro com amigos. São outros malucos criativos pra cacete e a gente tá aprontando um monte. Continuo me divertindo muito, do contrário já teria pendurado a chuteira. Temos muito trabalho pra fazer. A agenda tá lotada e nunca esteve tão lotada assim. Percebo nas veias o processo de crescimento da Cia. do Lavrado, no peito e na raça, às vezes sofrido, à revelia de alguns, mas vencedor. Como diz o Chorão, - tamo aí na atividade...

Então é isso, se derrubar, mané, é pênalty!








ESQUECI A RIMA


não sou o último
e muito menos serei o primeiro
estou alheio às nomenclaturas populares
não me importo de estar fora da competição
o meu cair e levantar rotineiro
já toma atenção demais da minha vida
sem querer chego a ser egoísta, grosseiro
dá um trabalho desgraçado defender meu ponto vista
mas não sou pessimista
mato no peito com carinho
e me mantenho erguido dentro da pista
sozinho, mas sem deixar de me divertir
realizo o sonho do passado amarelado
tomo um café num boteco qualquer
misturo com goró
vou em frente mandando um foda-se pra todo maluco esquisito
Ué, cadê a rima? Até que tava bem direito
mas esquisito não rima nada com qualquer, poderia ser respeito
nem muito menos amarelado com goró, poderia ser com só
pirei demais nessa parada. Fui. Ficou foi muito sem graça.







quarta-feira, 1 de outubro de 2008

AS TREZE MALDIÇÕES





A parada é cavernosa mesmo. Adoro o primeiro da série. Realmente os caras estavam endiabrados, mas não acredito muito nesse negócio de maldição. O fato é que esses acontecimentos abaixo são no mínimo esquisitos pra caralho, não acham?

O Exorcista (1973)

1. A primeira morte
No filme de estréia da saga, o ator Jack MacGowran é o primeiro a morrer na história, despencando de uma tenebrosa escadaria. Uma semana após terminar de gravar MacGowran morreu mesmo. Dizem que vítima de pneumonia. Será?




2. Azar contagiante
Muitas "tragédias" ocorreram com o "amigo do amigo do amigo". O ator Max von Sydow, o padre Merrin, mal começou a gravar quando soube que seu irmão havia morrrido. A esposa grávida de um assistente de câmera perdeu o bebê. Epor aí vai...




3. Equipe dos diabos
A equipe técnica sofreu horrores durante a produção. O homem que refrigerava o quarto onde aconteceu as cenas de possessão morreu de maneira inexplicável. Um vigia noturno que cuidava dos cenários foi morto a tiros durante uma madrugada. Um carpinteiro cortou o polegar fora. Outro serou o dedão do pé. Imprudência no trabalho. Não, culpa do diabo!




4. Puxada infernal
A atriz Ellen Burstyn, que fazia a mãe da garotinha endiabrada, sofreu uma grave lesão na cena em que é atirada para longe pela filha. A culpa é tanto do demônio quanto do diretor Willian Friedkin, que instrui o técnico responsável por puxá-la com a corda a "dar tudo de si".




5. Dublagem maldita
A atriz Mercedes McCambrige ingeriu ovos crus, fumou igual uma chaminé e fez o diabo pra ficar com a voz rouca e demoníaca da meninha possuída. Mas os produtores "esqueceram" de colocar o nome dela nos letreiros do filme. A atriz processou o estúdio - só para saberem que não se brinca com o demo!




6. Vingança musical
O argentino Lalo Schifrin compôs uma trilha sinistra para O Exorcista, mas o diretor Friedkin achou o trabalho muito... chinfrim. Preferiu então usar o tema de piano já pronto ("Tubular Bells"). Schifrin vendeu a trilharejeitada para o filme A Casa do horror(1979). Resultado: recebeu indicações ao Oscar e ao Globo de Ouro, coisa rara para um filme de terror!




O Exorcista II: O Herege (1977)



7. Antes nunca do que tarde



John Boorman foi a primeira escolha para dirigir O Exorcista, mas recusou a oferta. Anos depois, assumiu as rédias de O Exorcista II - o Herege. Durante as filmagens, contraiu uma infecção respiratória e passou mais de um mês de cama. Quando tentou pular fora da roubada, foi ameaçado de processo judicial pelo estúdio e concluiu o filme contrariado.




8. Papel de peso
A menininha meiga do primeiro filme virou uma mocinha rechonchuda em O Exorcista II. Se alguém desconfiava que a jovem atriz Linda Blair era talentosa, ela fez questão de pulverizar essas suspeitas. O filme marca o início de sua decadência ruma os ostracismo e a um corpo em forma... de pêra!




9. Xô, imitações
Se você acha O Exorcista II ruim (e ninguém aqui afirma o contrário!), precisa ver as imitações bisonhas que surgiram em toda parte do mundo. Aliás, precisa não. É melhor evitar. Coisas como Abby (a versão "black power" de O Exorcista), Seytan (a imitação cena a cena feita na Turquia) e Jadu Tona (produção hindu com muito canto e dança). Devem irritar até o próprio capeta!
O Exorcista II (1990)




10. Sem pé nem cabeça
O Exorcista III não é uma sequência dos anteriores. Ou melhor não era para ser. O filme se baseia no livro O Espírito do Mal, de William Peter Blatty, autor do primeiro O Exorcista, que aqui também brinca de diretor. Foi idéia dos produtores trocar o título e inserir referências ao clássico de 1973. O enredo se inspirou nun serial killer verdadeiro, confundindo ainda mais as coisas




O Exorcista: O Início (2004)



11. Convite macabro
John Frankenheimer (Operação França II, Ronin) era um direitor respeitado em Hollywood. Isso até esnobar o convite para dirigir Exorcista: o Início. Respondou um sonoro "não" aos executivos do estúdio e acabou fulminado por um derrame apenas um mês depois.




12. Fim de carreira
A carreia de Paul Schrader ia mal quando ele teve a boa chance de dirigir Exorcista: o Início. Mas sua abordagem mais psicológica não fez a cabeça dos produtores. Ele foi demitido e deu lugar a Renny Harlin, que, precavido, já disse acreditar na maldição da saga.




13. Marcha fúnebre
Michael Kamen (Máquina Mortífera, X-Men) foi o primeiro compositor cogitado para cuidar da trilha sonora do novo filme, antes de Christopher Yung assumir o posto. Kamen sofreu um ataque cardíaco fulminante em 2003. O músico, porém, já flertava com o perigo: em 1999, gravou com a banda Metallica, aquela que estorou nas paradas de sucesso após vender a alma ao diabo...



Ei, se alguma coisa acontecer comigo, vocês já sabem de quem é a culpa.






















O PREÇO


SE EU TIVESSE APENAS UMA PRIVADA EM MINHA CASA

HOJE EU NÃO TERIA DUAS PRIVADAS ENTUPIDAS

O CONFORTO ÀS VEZES ENCHE O MEU SACO

INVEJO MUITO OS MEUS CÃES POR ISSO








terça-feira, 30 de setembro de 2008

ASSIM. EU ME SINTO.


Caminho no escuro
sem nem olhar para os meus rastros
é muito orgulho
não merece a marretada do martelo feroz
Percebo tudo
estou ligado ao que me acontece ao redor
é calculado
são anos e mais anos esquivando a incompreensão
A palavra é o que mais me importa
é unica
torta
me defendo do jeito que posso
e não me esqueço de quem me lavantou um dia
e não me esqueço de ajudar um dia
e um dia
é dia de cão pra caralho
Refaço meus passos
e não esqueço dos meus pedaços
tem uma história interessante por trás disso tudo
não adianta reclamar que eu tô lá
Insisto
supero
dou a volta por cima
quantas vezes achar que for necessário
Continuo o meu caminho
não interrompo a minha jornada
por nada nessa vida
minha arte jamais será ameaçada por vinténs.
Assim. Eu me sinto.









segunda-feira, 29 de setembro de 2008

FESTA NA CASA


MEU CAPETA SEM NOÇÃO
TÁ FESTEJANDO.
MEU INGÊNUO ANJO
TÁ COMPLETAMENTE LIGADO.









sexta-feira, 26 de setembro de 2008

HASTA LA VISTA, BABY


Vou te dar um recado, vê se cresce, cara, ninguém tá te aplaudindo. O que você faz é monstruoso. Porra, se aproveitar, assim, dessas pessoas? Quem tu pensa que é? Chegou aqui ontem e já tá cantando de galo? Pode parar, que não é assim que a banda toca. A gente até agora só te estendeu as mãos e você só com o pé no peito? Se liga, mané, bundão, tu não é quem você pensa que é... já tô de saco cheio dessa viadagem. Toma atitude de homem, com caráter digno de um artista e volta pra fila. Tem muita gente na sua frente pra me enfrentar ainda. É um carma apostar todas as fichas num lugar só. Mas eu tenho disposição e vou levando...








terça-feira, 23 de setembro de 2008

SIGNIFICADO?

por
que
é
preciso
descer
tanto
para
conseguir
uma
frase
rica
em
significado
?









domingo, 21 de setembro de 2008

BECKETT




Achar uma forma de acomodar todo o caos,
essa é a tarefa do artista de hoje.


Samuel Beckett